A carne pode não ser fraca,
mas o desejo que lhe rasga
é forte!
Ela se contém e mantém as aparências
até o suor lhe entregar e fazer dizer:
Vem, que eu quero, sim!
É tudo parte de um pequeno componente
Com conflitos internos brutais.
Unhas e pele,
Dente e pescoço.
Cada qual lutando por maior evidência.
Dentre tudo isso, alguém tem que ceder.
E que seja a carne, então.
Ao se entregar pra algo que,
sabe-se lá como
ficou guardado tanto tempo.
Como um grito que escorre na madrugada.
Eu quero mais.