A saudade voltou e agora viaja comigo;
aonde quer que eu vá.
Eu peço a ela que fique em seu lugar,
mas a metida insiste em me perseguir,
dia e noite, noite e dia.
As vezes eu tento tapeá-la,
utilizo de rotas alternativas e me escondo.
Mas a cadela continua no meu encalço.
Já tentei fingir que ela não existe,
fechar o olhos e não vê-la,
distraí-la com outras coisas
e até mandá-la para bem longe.
Mas nada disso teve resultado.
Foi aí que percebi,
que a minha única opção seria abraça-la e dizer:
Eu ainda te mato!
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