Mais um ano.
Esse caderno em branco me apavora.
Reescrevo sempre as mesmas velhas poesias
Sem nem perceber.
De que serve a segurança?
Prefiro sentir,
Escolho amar.
Mas as vezes me encolho.
Ninguém é de ferro...
E de onde vem a calma?
Respira menina,
A próxima página vem aí.
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