Se te permite, resiste o fulgor.
Sem te permite, reside um temor.
Que te contempla, completa tormenta.
Que te orienta, afaga e afugenta.
Ai essa dor, se disfarça de amor.
Ai esse amor, que te engana. Essa dor!
Que golpes desfere e fere tua fera?
Quem te roubou de uma vez tal quimera?
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