A flor, amassada e suja na lama da insegurança.
Caule quebrado, folhas rotas;
Pela escrota agonia de sobreviver a vida.
A seiva a se misturar aos últimos resquícios de chuva e terra.
A lhe apagar o vermelho, sujar o verde e exterminar o brilho;
Mas sem nunca dar o último suspiro,
a dor de seguir quando não se deseja;
A dor de viver sem morrer de amor...
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