Embolar os versos,
enlouquecer nos parágrafos,
como um gênio qualquer
faria sem medo.
Quisera eu ter a
espontaneidade franca das crianças.
Gritar minha agonia ao
mundo, sem esperar nada.
Desarmar os laços que não
me ferem, por diversão.
Quisera eu perder a
vontade de viver e recobrá-la em um segundo.
Arrancar-me os cabelos e
usá-los de lembrança,
do chato passado que
deixaria pra traz.
Quisera eu perder a
memória, os sentidos, o controle;
Daria tudo para perder o
controle.
liberte sua loucura das correntes das sanidade..
ResponderExcluirmuito bom!
Manon, finalmente venho ao teu blog. Adorei esse poema; super intimista, interior... poesia que não volta os olhos pra dentro não tem graça. E a poeta parece conhecer a si mesma. Parabéns.
ResponderExcluirGrande abraço,
T.
A primeira frase ilustra algo que tu tens: o poder de ser apreciada. Ótima leitura, íntima e sincera. Os outros poemas também tão muito bons. Vale o destaque para "Quisera eu perder a vontade de viver e recobrá-la em um segundo". Caminho certo estás, segue o barco. Parabéns.
ResponderExcluirGrande abraço,
F.
oi manon, querida.
ResponderExcluira gente quer perder o controle porque não sabemos controlar. fico feliz que não te conforme. o conformismo é o pior dos males.
poeme-se.
Lip.